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14 personagens do cinema e da TV que não deveriam ser idolatrados

14 personagens do cinema e da TV que não deveriam ser idolatrados

Todos nós encontramos nas mídias que consumimos personagens para admirar. Protagonistas e coadjuvantes que sejam legais, carismáticos e/ou que possamos no relacionar. Nisso, também entram alguns vilões que, por mais que possam ser maus, ainda têm motivações competentes, planos sensacionais ou um charme irresistível — o que nos faz torcer para eles.

Mas dentro do universo dos vilões e, até mesmo, em alguns dos mocinhos, existem aspectos e ações bem problemáticas que não devem ser toleradas, apoiadas ou encorajadas. Confira 14 dos personagens do cinema e da TV que você totalmente não deveria idolatrar:

  • Arthur Fleck (Joaquin Phoenix) – Coringa (2019), por Paola Rebelo

Não dá para negar que o filme Coringa de Todd Phillips é competente no que se propõe, e é compreensível o hype que ele gerou em seu lançamento e nos meses subsequentes. No entanto, o protagonista homônimo não é um personagem que deveria inspirar idolatria nos telespectadores – embora tenha realmente gerado. Não há dúvidas de que Arthur é uma vítima das mazelas da sociedade, desde sua condição psicológica até a situação econômica em que vive com sua mãe. Seus atos de violência, porém, são retratados como uma libertação das amarras de sua vida comedida e dos remédios que tomava para controlar seus instintos brutais. A onda de violência que ele gera, ainda que o filme pinte como uma justiça à la guilhotinas francesas para com os mais abastados, na verdade é meramente gratuita. O personagem Coringa ao contrário do que pensam os fãs, na verdade, não quer passar nenhuma mensagem e não possui nenhum ideal revolucionário: é só um homem com distúrbios psiquiátricos que não deveria ter parado de tomar seus remédios.


  • Berlim (Pedro Alonso) – La Casa de Papel (2017 – atualmente), por Carlos Redel

As primeiras duas partes de La Casa de Papel, mostravam um grupo de assaltantes invadindo a Casa da Moeda da Espanha e um dos líderes do ‘atraco’ era Berlim (Pedro Alonso). O personagem cometeu uma série de crimes graves, mas também era dono de um grande charme. E isso fez com que os fãs fossem conquistados por ele. Tanto é que, por conta da popularidade, mesmo após a sua morte na série, os criadores decidiram trazê-lo de volta, em forma de flashbacks. Foi uma forma de recompensar um personagem criminoso e abusador que, mesmo sendo o pior do grupo, virou o favorito de muitos.


  • Frank Castle (Jon Bernthal), O Justiceiro (2017 – 2019), por Diego Francisco

O Justiceiro (Jon Bernthal) é, provavelmente, um dos personagens mais violentos desta lista. O veterano de guerra perdeu a mulher e a filha no que aparentava ser um conflito de gangues, mas se mostrou uma grande conspiração formada por várias figuras de seu passado. Pelo menos nas produções da Netflix, Frank Castle é mais reativo, ou seja, ele só mata e tortura aqueles que estão envolvidos na morte da família dele ou que atingiram alguém que ele se importa primeiro. Mas geralmente, a jornada dela é ainda mais sombria. O Justiceiro simplesmente mata todos os bandidos que vê pela frente, independente de ser envolvido com grandes organizações criminosas ou não. Apesar de ser um espetáculo ver o protagonista matando todo mundo que vê pela frente do modo mais brutal o possível, isso não esconde o fato de que Castle é um homem muito perturbado que nunca superou os seus traumas e encontra na violência a sua única catarse.


  • Joe ExoticA Máfia dos Tigres (2020), por Gabryel Nunes

É difícil explicar Joe Exotic: excêntrico, explosivo e sonhador são palavras que apenas começam a descrevê-lo. Joe, um dos maiores criadores de grandes felinos dos Estados Unidos, tem uma personalidade magnética e sua figura é fascinante – o que é um prato cheio para a idolatria – mas não podemos esquecer que apesar do discurso de amar os animais, a prática de Joe Exotic é problemática, senão criminosa, pois cria em cativeiro animais que precisam de amplo espaço para criar seu nicho ecológico, além de explorar economicamente a procriação de filhotes. Embora se embase no discurso de que os animais não sobreviveriam na natureza, as instalações de Exotic não são adequadas. Não bastasse isso, seu ódio dirigido à Carole Baskin, ativista dos direitos animais, é doentio, ameaçador, e, embora tratado como uma grande brincadeira por todos, acabou levando Joe à prisão por ter supostamente contratado alguém para matar sua inimiga. Somado à isso temos os relacionamentos abusivos de Joe, que seduz jovens rapazes perdidos na vida, lhes enche de drogas e presentes para mantê-los por perto, convencendo que estão apaixonados enquanto controla cada aspecto da vida de seu par. A série mostra o triste desfecho de Travis Maldonado, que não suportou os abusos velados de Joe. Há relatos, também, de comentários racistas feitos por Joe, mas que não foram mostrados na produção.  A vida de Joe Exotic está sujeita a debates e opiniões por ele ter se tornado uma pessoa pública. É possível concordar ou discordar, completa ou parcialmente; tudo isso faz parte do jogo. Agora, colocá-lo como herói ou exemplo a ser seguido é algo que desafia o bom senso e denota uma visão fantasiosa e midiática da realidade.


  • Jordan Belfort (Leonardo DiCaprio) – O Lobo de Wall Street (2013), por Diego Francisco

Jordan Belfort (Leonardo DiCaprio), o personagem do filme e a pessoa da vida real, é um daqueles casos de que num mundo ideal não seria nem necessário escrever um texto falando o porquê deles serem problemáticos. Mas espectadores e coaches veneram o criminoso, então vamos lá. Belfort é um corretor de ações de Wall Street que ficou milionário por vender ações-tostão, ou seja, aquelas que não valem nada, mas são vendidas por altas quantias para pessoas leigas no assunto. Além de conseguir a sua fortuna passado a perna nos outros, Belfort e seus colegas gastavam todo o dinheiro em drogas, prostitutas e festas descontroladas. Casado, o protagonista traiu a sua ex esposa com a atual e a atual com incontáveis prostitutas – e quando confrontado sempre tentava virar o jogo ao seu favor. Isso tudo além de ser um pai ausente e um agressor de esposas. Apesar de muito carismático, Belfort não é exemplo em nenhum aspecto da sua vida e, mesmo que tenha passado tempo na cadeia e perdido maior parte do seu dinheiro, não há razão para admirá-lo.


  • Miranda Priestly (Meryl Streep) – O Diabo Veste Prada (2006), por Luna Rocha

A personagem Miranda Priestly (Meryl Streep), cabeça por trás da grande revista de moda no filme O Diabo Veste Prada, foi criada pela escritora Lauren Weisberger, após sua experiência pessoal em ter sido secretária de Anna Wintor, editora-chefe da Vogue. A vivência real e a história fictícia da escritora possuem muito em comum, porém, até hoje ela não assume a inspiração em sua ex-chefe, provavelmente para se resguardar de sofrer um possível processo. Com o lançamento do filme, o título O Diabo Veste Prada ficou tão famoso, que muitas pessoas passaram a admirar a antagonista do longa e até mesmo incorporar seu jeitão arrogante e frases de efeito. No entanto, o comportamento da personagem não é nem um pouco profissional e seu efeito é catastrófico, porque ela mexe tanto com a mente de seus empregados, que acaba os contagiando a agirem da mesma forma com outras pessoas, criando um universo de profissionais infelizes, extremamente atarefados e de ego prepotente, características que contrastam bastante. Como chefe, Miranda tem atitudes condenáveis ao se relacionar com seus contratados, ela aproveita sua posição de poder para subjugar os funcionários da revista e afirmar sua soberania no espaço de trabalho, onde é respeitada na base do medo, por manter relações abusivas, exigências irracionais e humilhar qualquer ser que esteja em um posto abaixo do seu.


  • Pablo Escobar (Wagner Moura) – Narcos (2015 – 2017), por Carlos Redel

Pablo Escobar, vivido por Wagner Moura, foi o protagonista de Narcos, série da Netflix que contou a história do traficante colombiano em suas duas primeiras temporadas, em 2015 e 2016. O curioso é que muitas pessoas acabaram idolatrando Escobar e torcendo por ele — muitos, ainda, ficaram tristes pelo seu desfecho. Vale lembrar que atração não aliviou para o lado do personagem, mostrando diversos crimes cometidos pelo narcotraficante, inclusive, matando inocentes para atingir os seus objetivos. Mesmo com o carisma de Moura — e do próprio Pablo —, idolatrar o antagonista das primeiras temporadas de Narcos não é legal.


  • Rick Sanchez (Justin Roiland) – Rick and Morty (2013 – atualmente), por Luna Rocha

Venerado pelos fãs da animação, Rick Sanchez é o personagem que carrega a trama do desenho e dá o tom satírico que o público tanto gosta, com suas atitudes ousadas e irreverentes. Porém, nem todo mundo coloca na balança as motivações de Rick para ter se tornado tão relaxado quanto à sua própria vida e daqueles que o cercam, e são justamente essas razões que tornam o personagem tão pouco saudável e um péssimo exemplo a ser seguido. Irremediavelmente preso a um infortúnio do passado, Rick incorpora o clássico clichê do “viver como se não houvesse amanhã”, embriagando-se diariamente e realizando experiências arriscadas ao lado de seu neto Morty, colocando o pré-adolescente em diversas situações de quase morte, sem a mínima consideração de como isso afetará sua família ou prejudicará a educação do garoto ao se expor a tantas influências negativas e comportamentos imorais. O desvio de caráter de Rick e a falta de empatia do personagem, que, após perder sua verdadeira esposa e filha, troca de família como se trocasse de roupa – sem se importar com os membros de realidades paralelas, uma vez que sabe que pode substituí-los por outros idênticos -, faz com que Sanchez seja um avô extremamente inconsequente e perigoso, e um pai relapso que desrespeita o lar que sua filha Beth lhe provê.


  • Rorschach (Jackie Earle Haley) –  Watchmen (2009), por André Bozzetti

Acredito que qualquer pessoa, com o mínimo de sensibilidade e bom senso, fica indignada com a maldade das pessoas, com a violência, com os crimes que não são solucionados, com as leis falhas e o sistema incompetente que possibilitam que criminosos permaneçam impunes. Em meio a tanta injustiça, é normal que, em alguns momentos, tenhamos pensamentos extremos de desejar a morte ou o sofrimento severo daqueles que praticam estes atos. No entanto, é justamente a capacidade de buscar a solução dentro da lei, evitando retribuir na mesma moeda, que nos diferencia destes criminosos. Rorschach (Jackie Earle Haley) não possui essa capacidade. O vigilante encarna todos estes sentimentos de vingança e ressentimento que a sociedade tanto se esforça para conter, justamente para evitar a barbárie. Além disso, seu pouco apreço pela dignidade humana, inclusive relativizando crimes grotescos cometidos por seus colegas, que vão de estupros a assassinatos, e sua visão preconceituosa do mundo, o tornam uma pessoa longe de possuir um comportamento exemplar. Algo que se torna mais claro ainda quando analisamos o comportamento de pessoas influenciadas por ele, na série Watchmen (2019) da HBO. Rorschach teve uma infância terrível e traumática, o que explica em parte a sua forma de agir. Mas isso não pode servir para que ele seja admirado e, muito menos, imitado.


  • Severo Snape (Alan Rickman) – Harry Potter (2001 – 2011), por Gabryel Nunes

É comum entre os fãs de Harry Potter que haja um certo apreço pelos personagens mais sombrios da saga, e Severo Snape (Alan Rickman) é o preferido. A história do ex-Comensal da Morte que trai o Lorde das Trevas e age como agente duplo em nome de sua paixão é encantadora, mas enganosa. Snape é um dos personagens mais problemáticos desde o início da história. Abusivo e ressentido, desconta suas frustrações – amorosas e profissionais – nos alunos, chegando a tal ponto que um dos estudantes tem o professor como seu pior medo. Ele é egoísta e embora acabe se aliando a Dumbledore (Michael Gambon), agiu sempre em nome de seu amor doentio por Lílian, chegando a dizer ao diretor da escola que não se importava com o destino de Harry e Tiago, apenas com o da amada. Aliás, por falar em amor doentio, Snape se apaixonou muito jovem pela bruxa e era obcecado por ela, que o via como amigo. Se afastaram ao entrar em Hogwarts por causa das amizades – ela se aproximou do grupo que fazia bullying com Severo e ele de bruxos com inclinação à ideologia de Voldemort (Ralph Fiennes). Um dos momentos mais significativos nessa relação é quando Lílian confronta Snape sobre suas companhias e ele a chama de “sangue ruim”, algo extremamente baixo e ofensivo no mundo bruxo. Não há como negar que o bullying que sofreu deixou marcas, e aquele que mais sofre com isso é Harry, que é perseguido por Snape simplesmente pela semelhança física com seu pai, Tiago. O que vemos é que ao invés de buscar uma melhora, Severo se agarra a esse sentimento se tornando um personagem tóxico, que não se importa com nada nem ninguém a não ser sua paixão juvenil, que ultrapassa o limite do amor e se torna um mal para todos ao seu redor. A quem o idolatra por sua história de vida, é bom analisar com mais atenção.


  • Ted Mosby (Josh Radnor) – How I Met Your Mother (2005 – 2014), por Pedro Kobielski

Ted Mosby (Josh Radnor) é o personagem principal de How I Met Your Mother, uma das grandes séries de comédia da TV americana. Toda a jornada da série é sobre o arquiteto procurando sua cara-metade, ou a “mãe” do título. Por conta da série ser contada do ponto de vista dele, é muito difícil não se identificar com o cara que só queria achar um amor. O problema é que até achá-lo, Mosby passou pela vida de muitas outras mulheres, na maioria das vezes sendo uma pessoa nada agradável. Além da expectativa absurda e irreal que deposita em cada mulher com que se relaciona, Mosby já acabou com várias parceiras por motivos esdrúxulos, como “não esquecer” que uma delas havia ficado com seu amigo Barney (Neil Patrick Harris), demonstrando sua usual imaturidade, ou porque outra delas queria, veja só, estudar fora! Mas nada disso é pior que a incapacidade do sujeito de lidar com a rejeição de Robin (Cobie Smulders). Ted nunca aceitou que a repórter no canadense simplesmente… não queria ele. Tudo isso piora quando, ao polêmico final da série, Ted fica viúvo da Mãe (uma mulher incrível que, de forma surpreendente, ama Ted), e vai correr atrás de quem? Sim, Robin! Ah, Ted Mosby… supera, garoto!


  • Thanos (Josh Brolin) – Vingadores: Guerra Infinita (2018), por Diego Francisco

Sem dúvidas um dos melhores vilões do MCU – se não o melhor – Thanos (Josh Brolin), por mais competente que seja enquanto personagem, ainda está longe de ser admirado. Sim, a motivação do Titã Louco é plausível. Impedir que todas as sociedades de todas as galáxias entrem em colapso por conta do consumo desenfreado de recursos naturais é algo muito válido, mas os meios do antagonista são além de questionáveis. Antes das Joias do Infinito, Thanos aniquilava metade da população de todos os planetas que invadia na força bruta, forçando em todos o ideal que considera nobre. O genocida se tornou ainda pior quando reuniu todas as joias em sua Manopla e conseguiu eliminar 50% de todas as civilizações com um estalar de dedos – ao invés de tornar os recursos infinitos ou podendo chegar a qualquer outra conclusão já que ele passou a ter poderes infinitos. E não par por aí, além de genocida, Thanos ainda é um péssimo pai. Deixou Gamora (Zoe Saldana) e Nebulosa (Karen Gillan) órfãs e forçava as duas a lutarem incessantemente e torturava a Nebulosa toda a vez em que a coitada perdia, substituindo partes dela por partes robóticas e fazendo-a passar por uma quantidade insuportável de todos os dias da sua vida.


  • Tyler Durden (Brad Pitt) – Clube da Luta (1999), por Diego Francisco

Assim como Rick and Morty, a fanbase de Clube da Luta parece não entender que se enquadra no grupo de pessoas em que a obra está satirizando. Tyler Durden (Brad Pitt), é tudo o que o Narrador (Edward Norton) gostaria de ser: atraente, definido, dono do seu próprio destino e inconsequente. Ao criar o Clube da Luta para que os pobres homens que têm a sua vida consumida pela sociedade capitalista possam extravasar suas frustrações com violência e o Projeto Mayhem que objetiva realizar pequenas infrações e a destruição dos prédios de bancos para apagar as dívidas de todo mundo, Tyler é venerado por muitos fãs do livro e do filme como um exemplo a ser seguido, mas isso é longe da verdade. Tyler Durden é apenas uma manifestação dos desejos do protagonista e uma projeção de sua masculinidade tóxica, Marla Singer (Helena Bonham Carter), que teve a infelicidade de se relacionar com ambos, disse que o Narrador é um verdadeiro idiota quando está como Tyler e é mais legal quando é ele mesmo. O próprio arco do personagem principal no final do filme foi vencer o Tyler e tomar o controle de sua vida, mas parece que muita gente perdeu a mensagem.


  • Walter White (Bryan Cranston) – Breaking Bad (2008 – 2013), por André Bozzetti

É muito fácil desenvolver empatia por Walter White (Bryan Crasnton) nos primeiros episódios de Breaking Bad. Um professor de química, ignorado pelos alunos, carinhoso e cuidadoso com sua família, que descobre estar com câncer, e que só lhe restam alguns meses de vida. É até compreensível que, com a mente ainda atordoada, ele se preocupe com o futuro da família a ponto de passar a praticar alguns atos ilícitos (leia-se: fabricar metanfetamina). Vamos relevar. Não deve ser fácil. Mas esse momento de confusão mental termina, e o que vemos é a revelação de uma personalidade talvez adormecida de White, que se manifesta em seu alter ego Heisenberg. Ele se mostra uma pessoa egoísta, fria, violenta e com traços de uma perversidade assustadora. O dia em que ele assiste, de forma passiva, a morte por overdose de Jane (Krysten Ritter), namorada do seu sócio e ex-aluno Jesse Pinkman (Aaron Paul), sendo que poderia facilmente ter salvo a vida dela, fica comprovado que ele fará qualquer coisa para atingir os seus objetivos. E estes objetivos não tinham mais nenhuma relação com o bem estar de sua família, e não poderiam ser mais egoístas. Poder e reconhecimento. E pobre de quem ousar se meter em seu caminho


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Estudante de jornalismo, tem 21 anos e é assistidor de séries semi profissional. Viciado em cinema desde sempre, nunca trabalhou na área e pretende mudar isso algum dia. Fã do Studio Ghibli, slashers e musicais, adora cinema sul-coreano e nas suas formas de vingança.

Comments

  1. Mano, mas que porcaria de notícia. Isso faz cada vez mais a gente perceber que Thanos estava certo em dizimar metade da população retardada do mundo. Justiceiro e Rorschach são personagens que deveriam SIM serem tidos como exemplo pelo mundo todo, principalmente em países como o Brasil, onde o crime organizado está por toda a parte. Quem sabe, caso tivéssemos e agíssemos como um Frank Castle da vida, o país não estive um pouco melhor.
    Bandido não deve receber o troco com a mesma moeda, deve receber com diversas outras moedas. É assim que o crime de encerra, cortando o mau pela raiz.

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