Sala Crítica
Amazon Críticas Destaque TV e streaming

The Boys – 2×06: The Bloody Doors Off | Crítica

The Boys – 2×06: The Bloody Doors Off | Crítica

Crítica de The BoysThe Boys

Temporada: 

Episódio: The Bloody Doors Off

Ano: 2020

Criador: Eric Kripke

Elenco: Karl UrbanJack QuaidErin MoriartyAntony StarrDominique McElligott, Jessie T. UsherLaz AlonsoTomer CaponKaren FukuharaChace CrawfordNathan MitchellColby MinifieAya CashLaila RobbinsGiancarlo Esposito, Shawn Ashmore

Com The Boys alcançando a reta final, os acontecimentos da série estão começando a entrar em uma crescente neste sexto episódio, menos tempo é investido com tramas pouco relevantes e tudo acontece mais rápido. O caminho em que a temporada vai concluir fica mais claro e tudo está mais urgente do que nunca. Porém, sem esquecer o desenvolvimento de personagens ou qualquer outro elemento que tornou a popular produção da Amazon Prime Video que ela é hoje.

The ‘Bloody Doors Off’ foca no Francês (Tomer Capon), mostrando sua origem desde antes de entrar para o grupo, quando e porquê foi recrutado pelo FBI e o que realmente aconteceu na fatídica noite em que Facho de Luz (Shawn Ashmore) queimou os netos da Grace Mallory (Laila Robins) por negligência dele. Ao finalmente receber o foco da narrativa, Capon não faz feio na sua chance de brilhar e acerta o tom em todos os momentos dramáticos do personagem, que finalmente parou de orbitar em torno da Kimiko (Karen Fukuhara), cuja participação ainda se resume a ressentir a morte do irmão e fazer careta quando vê a sua arqui-inimiga.

Seguindo a nova pista da Luz-Estrela (Erin Moriarty), os garotos vão até o Centro Sage Grove para descobrir o plano secreto da Vought e as implicações que ele pode causar caso dê certo. A tensão aumenta ainda mais quando eles reencontram um inimigo super poderoso do passado. As cenas no Centro são tensas e os conflitos são bem executados, mesmo que as conclusões sejam relativamente simples. A relação entre Luz-Estrela e Billy Bruto (Karl Urban) também se desenvolve enquanto os dois brigam incessantemente com apenas Hughie (Jack Quaid) tentando apaziguar os ânimos.

No núcleo dos supers, Trem-Bala (Jessie T. Usher) está lidando com ser chutado para fora dos Sete e recebendo a ajuda do também exilado Profundo (Chance Crawford), que tenta mais uma vez o introduzir para a Igreja da Coletividade, uma clara alusão a Cientologia que ainda não tem o seu propósito narrativo claro – mas a breve aparição do enigmático líder Alastair Adana (Goran Visnjic) promete bastante para o futuro da trama. O Profundo, ainda tentando voltar para os Sete, está secretamente está ajudando a Rainha Maeve (Dominique McElligott) a derrubar o Capitão Pátria (Antony Starr), o comentário social que a série faz no tanto em que a Vought descaradamente explora comercialmente a obrigação sexual da heroína é brilhante e tão atual. E o namoro do super-herói mais popular do mundo com a Tempesta (Aya Cash) vai bem por tempo limitado (alguns minutos, no máximo), até as desconfianças do Pátria começam a falar mais alto. Starr mais uma vez dá um show de expressividade passando pelas mãos diversas emoções e Cash dá mais medo do que nunca conforme Tempesta explica suas verdadeiras motivações.

Com uma breve, mas bem-humorada, aparição do Salsicha de Amor (Andrew Jackson), herói comunista que os leitores das HQs vão reconhecer, e a criação de mais uma antagonista superpoderosa, faltam apenas dois episódios para terminar a temporada. E todas as peças de The Boys estão a postos para um final que promete ser, no mínimo, excelente.

Nota:


Quer ficar por dentro de todas as novidades sobre filmes e séries? Siga a gente no Instagram!

The following two tabs change content below.
Estudante de jornalismo, tem 21 anos e é assistidor de séries semi profissional. Viciado em cinema desde sempre, nunca trabalhou na área e pretende mudar isso algum dia. Fã do Studio Ghibli, slashers e musicais, adora cinema sul-coreano e nas suas formas de vingança.

Latest posts by Diego Francisco (see all)

Comments

  1. […] The Boys – 2×06: The Bloody Doors Off | Crítica […]

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *