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The Mandalorian – Capítulo 12: O Cerco | Crítica

The Mandalorian – Capítulo 12: O Cerco | Crítica

Crítica da 2ª temporada de The MandalorianThe Mandalorian

Capítulo: 12 – O Cerco

Temporada:

Ano: 2020

Criação: Jon Favreau

Elenco: Pedro Pascal, Carl Weathers, Gina Carano, Giancarlo Esposito, Paul Sun-Hyung Lee, Horatio Sanz,

Din Djarin, o Mando, precisa levar a Criança, também conhecida como Baby Yoda, até os Jedi. Para isso, ele precisa de mais informações. Então, vai para um planeta conseguir, mas, para isso, tem que ajudar alguém a fazer uma missão. Foi assim por boa parte dos episódios da primeira temporada. E está sendo assim no segundo ano.

É claro que, no meio deste roteiro extremamente repetitivo, acontecem situações interessantes, mas a fórmula cansou. No Capitulo 12, a trama é exatamente a mesma, mas, pelo menos, surgem atrativos. De volta a Nevarro, os protagonistas reencontram velhos amigos: Cara Dune (Gina Carano) e Greef Karga (Carl Weathers, que também dirige o episódio). Mas, é claro, Mando precisará ajudá-los em uma missão para proteger a sociedade.

Desta vez, o protagonista (Pedro Pascal, que nem coloca os pés no set) e seus aliados precisam derrotar uma antiga base do Império que está em uma região afastada do planeta. E lá vão eles. As cenas de ação são bem realizadas, como sempre, com várias sequências empolgantes, mas o que chama realmente a atenção na missão são os easter eggs que conectam a série do Disney+ à franquia original.

Mas, é claro, mais uma vez, o Baby Yoda rouba todas as cenas em que aparece. A fofura do personagem está sendo cada vez explorada e, quando a Criança está em ação, se esquece de todos os deslizes e facilitações de roteiro. A sequência da criaturinha na escola é uma das melhores da série e é impossível não se derreter com as travessuras dela.

E, por falar em deslizes na trama, é impressionante como o roteiro aumenta e diminui os poderes e habilidades dos personagens para que a história possa andar. Conveniente, em um episódio, Mando consegue derrotar 10 inimigos sozinho. No outro, ele não dá conta de quatro e precisa de ajuda – que chega, diversas vezes, no formato de Deus ex machina.

Felizmente, no final do Capítulo 12, a história parece dar sinais de que quer avançar. E é a hora. Por mais que a série traga sempre lindas referências ao cinemão western e com uma dupla de personagens que é cativante, essa gameficação de The Mandalorian, em que cada fase tem um desafio para ser superado para ir para outra, já foi explorada ao máximo. E a criatividade de Jon Favreau é maior do que só isso.

Nota:


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Jornalista e radialista, é um dos fundadores do Bode na Sala. Se orgulha de ter nascido em São Borja, no interior do Rio Grande do Sul, e, atualmente, mora em Porto Alegre. Trabalhou em todas as áreas que se pode imaginar, mas acabou caindo no submundo geek. É fã do Jim Carrey, acha que o Ben Affleck é o melhor Batman do cinema, não suporta pseudo-cultismo e pretende dominar o mundo.

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